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Compressão pneumática intermitente e prevenção da trombose venosa profunda. Uma meta-análise de pacientes em pós-operatório.

Por: Dr. Marcondes Figueiredo

Meias anti-trombo na prevenção de trombose venosa profunda

Jana Urbankova, Rene Quiroz, Nils Kucher, Samuel Z. Goldhaber
Cardiovascular Division, Brigham and Women’s Hospital, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts, USA.
Thromb Haemost 2005; 94: 1181–5

Resumo
Nosso objetivo foi verificar a efetividade dos aparelhos de compressão pneumática intermitente (CPI) na prevenção da trombose venosa profunda (TVP), utilizando a metodologia de meta-análise.
Pesquisamos o assunto nos databases Medline, metaRegister of Controlled Trials e Cochrane, procurando por estudos publicados entre 1970 e Outubro de 2004. Nosso critério de inclusão foi: 1) estudo randômico controlado da CPI versus nenhuma profilaxia, 2) ao menos 20 pacientes por grupo, 3) ao menos um diagnóstico por teste de imagem de TVP, e 4) acompanhamento clínico ao menos durante a hospitalização.

Um total de 2.270 pacientes foi incluído, de 15 estudos elegíveis: 1.125 no grupo de CPI e 1145 no grupo sem profilaxia. Os estudos incluídos formaram um total de 16 grupos de tratamento e foram conduzidos em pacientes das áreas ortopédica (5), cirurgia geral (4), oncologia (3), neurocirúrgica (3) e urológica (1). Em comparação ao grupo sem profilaxia, aparelhos de CPI reduziram o risco de TVP em 60% (risco relativo 0.40, 95% CI 0.29 -0.56; p<
0.001). Estudos randômicos devem ser realizados para testar a utilidade da CPI em pacientes hospitalizados, assim como a combinação de profilaxia com CPI e tratamento farmacológico, em pacientes cirúrgicos e médicos.

Palavras Chave
Trombose venosa profunda, compressão pneumática intermitente, meta-análise

Comentários do Dr. Marcondes

Este artigo é a maior revisão feita em pacientes com e sem o uso de compressão pneumática na profilaxia do tromboembolismo venoso de pacientes cirúrgicos. Ficou estabelecida uma redução em torno de 60% do risco de desenvolver tromboembolismo venoso. Este importante achado ratifica a alternativa estratégica da profilaxia mecânica entre os pacientes com risco de sangramento durante o procedimento cirúrgico. Apesar da maioria dos estudos clínicos indicarem o início do uso da compressão pneumática antes do procedimento e continuar no pós-operatório, ainda não se definiu na literatura quanto tempo o aparelho deve ser usado após o procedimento.

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Dr. Marcondes Figueiredo
Pós-Graduado pela Universidade Federal de Uberlânida (UFU) Doutor pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular – SBACV Convidamos Dr. Marcondes Figueiredo para comentar publicações selecionadas sobre a terapia de compressão e patologias que envolvem esse tema. Dr Marcondes tem grande interesse pela compressão elástica, tendo como tema do seu trabalho de conclusão de pós-graduação a “Avaliação do efeito da meia elástica na hemodinâmica venosa dos membros inferiores de pacientes com insuficiência venosa crônica”. Ele também é o idealizador do website www.meiaelastica.com.br.
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